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Distribuição e aplicação da vacina polivalente veterinária será tema de debate

Disponibilizada no município sem a recomendação de um veterinário, a vacina estaria causando graves reações nos animais

As condições de distribuição e aplicação da vacina polivalente veterinária nacional, que atualmente pode ser comprada e vendida por qualquer estabelecimento, será tema de debate em audiência pública promovida pela Comissão de Meio Ambiente e Política Urbana, nesta sexta-feira (25/8). Disponibilizada no município sem a recomendação de um veterinário e entregue ao cliente para levar pra casa, ou aplicada no próprio local, a vacina estaria causando graves reações nos animais. Solicitada pelos vereadores Pedro Patrus (PT) e Osvaldo Lopes (PHS), a atividade será realizada às 18h, no Plenário Helvécio Arantes.

A vacina polivalente, também conhecida como vacina óctupla, protege o cão contra várias doenças como cinomose, hepatite infecciosa, adenovirose, coronavirose, parainfluenza canina, parvovirose e leptospirose. Mas dentro desse tema, existe uma discussão sobre a eficácia das vacinas nacionais e importadas.

As vacinas nacionais, que são produzidas em laboratórios brasileiros, podem ser compradas e vendidas por qualquer estabelecimento. Normalmente, é disponibilizada sem a recomendação de um veterinário e entregue ao cliente para levar pra casa, ou aplicada no próprio local.

Importante destacar que vacinas são extremamente frágeis e precisam ficar protegidas da luz e, principalmente, armazenadas entre 2°C e 7°C. Se a vacina, em algum momento, chegar a ficar a 1°C ou a 8°C ela perde a garantia e sua eficácia não pode mais ser comprovada. Ou seja, mesmo que a vacina esteja dentro do prazo de validade, se mal armazenada, não protegeria o animal, ou pior, poderia causar inclusive, reações graves no cão.

Já a vacina importada, a qual também é chamada de “vacina ética”, tem a distribuição controlada. Somente veterinários podem comprá-la, e a aplicação também costuma ser feita por este profissional. O problema com armazenagem e transporte também existe para essas vacinas, mas por estarem sob os cuidados dos veterinários, e serem aplicadas nas clínicas especializadas, ela é considerada mais eficaz e segura.

Para debater e esclarecer o assunto, foram convidados representantes da Fundação Ezequiel Dias, da Escola Veterinária da Universidade de Minas Gerais, do Conselho Regional de Medicina Veterinária e do Laboratório Nacional Agropecuário de Minas gerais (Lanagro).

 

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